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Os imigrantes alemães, na
maioria protestante, criaram juntamente com os
católicos de Porto União, a chamada "Escola
Alemã, que recebia ajuda financeira do Governo
Alemão".
Com o passar do tempo, a
Escola Alemã ficou predominantemente nas mãos
dos protestantes. No ano de 1931, os Padres
Franciscanos mudaram-se para novo convento, a
atual Casa Paroquial (ao lado da Igreja Nossa
Senhora das Vitórias, em Porto União), abrindo,
desta maneira, espaço para a criação de uma nova
escola.
No ano seguinte foi
fundado, por Frei Clemente e Frei Guilherme, a
Escola Paroquial São José, que serviria também
como internato. Começou a funcionar nas
dependências da antiga Casa Paroquial, situada
na Avenida João Pessoa, onde funciona hoje a
APAE, em Porto União.
A fundação da escola foi
por razões pastorais, onde os católicos pudessem
mandar seus filhos para serem educados dentro da
religião católica. A Escola Paroquial São José
foi inaugurada em 15 de fevereiro de 1932 e
começou a funcionar com 47 alunos.
A escola funcionava em
duas salas, com 1ª e 2ª séries do primário em
uma; 3ª e 4ª séries. No início do funcionamento
da escola foram seus primeiros professores: Frei
Clemente e Frei Guilherme, e havia também dois
professores leigos, Pedro Weinand e Aleixo
Schmith, que ministravam todas as matérias.
Em 1935, o então Bispo de
Lajes, Dom Daniel Hostin, OFM passou o Colégio
aos cuidados da Congregação dos Irmãos dos
Pobres de São Francisco, congregação fundada em
1857 pelo professor João Felipe Hoever, na
cidade de Aachen, Alemanha, com o fim de amparar
crianças pobres e abandonadas. Esta congregação,
hoje constituída como província autônoma no
Brasil, com sede na cidade de
Pindamonhangaba-SP.
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